Equipe



EDSON CALHEIROS
Artista co-criador do Hell's Dance Corporation, iniciou os estudos de dança e teatro em 1994. São mestres importantes em sua formação: Sacha Svletof, Ricardo Ordoñez, Geralda Bezerra, Débora Salgueiro, João Andreazzi, Ângela Nolf, Luís Fernando Bongiovanni, Sandro Borelli, Luís Louis e Antonio Januzelli.Atuou como intérprete nas companhias Corpos Nômades (2003-2005) e Borelli (2006-2009). Criou em 2005 o solo Recluso c.3.3. e em 2006 o duo Desculpe o transtorno para a Mostra O Masculino na Dança. Estreou em 2008 o solo Memorial do quarto escuro, com direção de Nana Pequini e premiação do ProAc 2007. No mesmo ano, dirigiu e atuou em Our Love is like the flowers, the rain, the sea and the hours, no coletivo Intermitente Abismo de Sonhos. Em teatro, participou dos espetáculos Pretexto, de Rui Ricardo Diaz (2005-2006) e do Grupo Engenho teatral (2009-2010). Trabalha desde 2009 em parceria com Robson Ferraz na Plataforma de Desvio de dança, tendo desenvolvido nela os projetos Pistilo, Ginástica Selvagem e Paper Dolls


ELENITA QUEIROZ

Brasileira, 34 anos, graduada em dança pela Unicamp (2003) participou de residências artísticas no exterior (Djerassi Program - EUA, Movimiento en las Sierras - Argentina, Atlantic Center for the Arts - EUA), ocasiões nas quais trabalhou com profissionais como Sarah Shelton Mann, Sarah Skaggs, Eugénia Estevez, dentre outros.
Em 2007 recebeu o Premio The Bessie Schunberg Memorial Endowed Fellowship, pelo trabalho desenvolvido em Djerassi Program - EUA.  Em 2006 foi contemplada pelo Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura, com o projeto solo Dream - Se sonhando o corpo fosse.... De 2005 a 2010 integrou o Grupo das Excaravelhas de dança contemporânea, com projetos contemplados por programas e prêmios como: Cultura Inglesa Festival, Caixa Cultural, Programa de Ação Cultural, Prêmio Funarte Petrobrás de Dança Klauss Vianna, dentre outros.  Atuou como interprete criadora no Núcleo Mercearia de Ideias em As Filhas de Bernarda - 2009, Microbiografias Visíveis - 2012 e Nossos Sapatos - 2013 (Programa Municipal de Fomento à Dança de São Paulo), dirigidos pelo bailarino e coreografo Luiz Fernando Bongiovanni.  É integrante fundadora do grupo de experimentações cênicas Núcleo Mirada contemplado pelo Premio Funarte de Dança Klauss Vianna 2011/2012 com o trabalho Epifanias Urbanas e pelo Proac 08/2013 com o projeto Plataforma Cala, espetáculo CALA.  Integra, juntamente com o artista Edson Calheiros, o projeto Hell's Dance Corporation.  Dentre os trabalhos da artista destacam-se ainda Silêncios Humanos, (Programa de Residências Artísticas: Ongoing Artwork Projects - Obras em Construção, Espaço Cultural Casa das Caldeiras, 2012) e Particularidades Moveis (Novos Coreógrafos - Novas Criações Site Specific  2010,  Centro Cultural São Paulo).É coordenadora artístico-pedagógico no Programa Vocacional Dança (Secretaria de Cultura do Município de São Paulo) além de ministrar cursos, oficinas e workshops na linguagem de dança contemporânea.

CíNTIA ALVES - diretora e dramaturga convidada
Diretora teatral formada pela Universidade de São Paulo. Dramaturga com mais de 20 peças encenadas. Pós-graduada em Jogos Cooperativos. Coordenadora do Laboratório de Dramaturgia do Teatro J. Safra. Jurada do Prêmio Jabuti em 2013. Dentre seus principais trabalhos e premiações estão: APCA de Melhor Direção em 1995 (PEDRO PAULO PEDREGULHO), Troféu Mambembe de Melhor Texto e Espetáculo em 1996 (UMA HISTÓRIA QUE A MANHÃ CONTOU AO TEMPO PARA GANHAR A ROS AZUL), Prêmio Coca-Cola de Melhor Texto em 1998 (MOBY DICK) e Cultura Inglesa Festival em 2012 (FORA DO BUMBO – O MUSICAL). Esteve em cartaz no Teatro Popular do SESI Ruth Cardoso, em 2011, com o espetáculo AVALON, escrito em co-autoria com a atriz Lucélia Santos. Pesquisadora de acessibilidade estética desde 2011 tendo como resultado dois espetáculos: a ocupação sinestésica COISOLÂNDIA – LUGAR DE LIXO E AMOR no Centro Cultural São Paulo entre janeiro e março de 2014, acessível a pessoas com deficiência visual e intelectual e, seu trabalho mais recente, MUNDOMUDO com concepção de Jorge Vermelho e direção de Georgette Fadel, que tem como característica uma dramaturgia sem palavras acessível ao público com deficiência auditiva.





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